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-- do risco de incumprimento de contrapartes em operações de gestão de portfolio.
Crédito sobre Clientes e Outras Contas a Receber: A gestão de risco de crédito da Sociedade está estruturada nas ne-cessidades próprias da sua actividade, em constante consi-deração:
-- as particularidades do perfl de clientes associados a cada um dos negócios;
-- a determinação criteriosa de limites de crédito adequa-dos, por um lado, ao perfl de cliente e, por outro lado, à natureza do negócio, evitando a excessiva concentração de crédito e, consequentemente minimizando a sua expo-sição àquele risco;
-- uma regular monitorização das contas de cliente;
-- o estabelecimento de processos fragmentados de conces-são de crédito, com a criação de uma segregação entre os procedimentos administrativos e os procedimentos de decisão;
-- o recurso às vias legalmente necessárias para recuperação de crédito.
Relacionamento Instituições Financeiras: para mitigar este risco, a Sociedade:
-- só executa operações com contrapartes com rating míni-mo de Investment Grade e/ou instituições de crédito de elevada qualidade creditícia sendo que se privilegia as Instituições de relacionamento bancário da Sociedade;
-- diversifca as contrapartes, de forma a evitar uma concen-tração excessiva de risco de crédito;
-- defne um conjunto restrito de instrumentos elegíveis (vi-sando a não contratação de instrumentos complexos cuja estrutura não seja completamente conhecida), sendo ne-cessária autorização expressa por parte do Conselho de Administração para utilização de outros alternativos;
-- regularmente monitoriza as exposições totais a cada con-traparte, de forma a garantir o cumprimento da política estabelecida.
35.4 Risco de Liquidez
A gestão do risco de liquidez tem por objectivo garantir que, a todo o momento, a Sociedade mantém a capacidade fnanceira para, dentro de condições de mercado não des-favoráveis:
-- cumprir com as suas obrigações de pagamento à medida do seu vencimento e
-- garantir atempadamente o fnanciamento adequado ao desenvolvimento dos seus negócios e estratégia.
Para este efeito, a Sociedade pretende manter uma estru-tura fnanceira fexível, pelo que o processo de gestão de liquidez no seio da Sociedade compreende os seguintes as-pectos fundamentais:
-- Optimização da função fnanceira no seio da Sociedade;
-- Planeamento fnanceiro baseado em previsões de fuxos de caixa e para diferentes horizontes temporais;
-- Sistema de controlo fnanceiro no curto e no médio e longo prazo que permita, atempadamente, identifcar des-vios, antecipar necessidades de fnanciamento e identif-car oportunidades de refnanciamento;
-- Diversifcação das fontes de fnanciamento e contrapartes;
-- Dispersão das maturidades de divida emitida, visando evitar concentração excessiva, em determinados pontos no tempo, de amortizações de dívida.
-- the risk of counterparty default in portfolio-management operations.
Credit over Customers and Other Receivables: The Company’s credit-risk management is based on the needs proper to its business, kept under constant observation:
-- the particularities of the profle of the customers associated with each business;
-- careful determination of credit limits suited, on the one hand, to the client’s profle and, on the other, to the nature of the business, avoiding excessive concentration of credit and, consequently, minimising its exposure to this risk;
-- regular monitoring of the customer’s accounts;
-- establishment of fragmented credit-extending processes, involving segregation between the administrative and the decision procedures;
-- recourse to the legal means needed to recover credit.
Financial Institutions Relationship – to mitigate this risk, the Company:
-- only undertakes transactions with counterparties rated at least Investment Grade and/or credit institutions having high credit quality, with a focus on those institutions having a banking relationship with the Company;
-- diversifes the counterparties in order to avoid excessive credit-risk concentration;
-- defnes a restricted set of eligible instruments (in order not to contract complex instruments whose structure is not fully known), and the express consent of the Board of Directors is required for the use of other alternatives;
-- regularly monitors total exposures to each counterparty in order to ensure compliance with established policy.
35.4 Liquidity Risk
Liquidity-risk management is intended to ensure that, from time to time, the Company has the fnancial capacity, with no unfavourable market conditions:
-- to fulfl its payment obligations as and when they fall due, and
-- to ensure timely fnancing adequate to the development of its business and strategy.
For the purpose, the Company intends to maintain a fexible fnancial structure and for this reason the process of management of the liquidity risk within the Company involves the following fundamental aspects:
-- optimisation of the fnancial function within the Company;
-- fnancial planning based on forecast cash fows and for different time horizons;
-- a system of fnancial control in the short, medium and long term that will allow timely determination of deviations, anticipate borrowing requirements and identify refnancing opportunities;
-- diversifcation of sources of fnancing and of counterparties;
-- dispersal of the maturities of issued debt, with a view to avoiding excessive concentration of amortisation of debt at certain points in time.
Regular monitoring by the Board allows effective implementation of a policy of aggregation of risks at Company level and also fast, direct, centralised intervention.
On October 15, 2004, a fnancial committee known as ALCO (Asset-Liability Committee) was approved at a meeting of
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