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« Previous Page Table of Contents Next Page »RELATÓRIO E CONTAS | ANNUAL REPORT 2011
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te atribuíveis), com excepção dos terrenos e edifícios onde adoptou o método do justo valor.
Todos os terrenos e edifícios foram revalorizados tendo por base o justo valor de uma avaliação efectuada, em referên-cia a 31 de Dezembro de 2011, pela empresa CPU Consulto-res de Avaliação, Lda, avaliadores profssionais qualifcados e independentes.
xx As avaliações foram efectuadas ao valor de mercado, entendendo-se por valor de mercado, ou “presumível valor de transacção em mercado aberto” (“Open Market Value”), e projecções de fuxos de caixa descontados com base em estimativas fáveis de futuros fuxos de caixa, suportadas pelos termos dos contratos existentes usando taxas de desconto que refectem avaliações correntes de mercado quanto à incerteza na quantia e tempestividade dos fuxos de caixa.
Os terrenos apresentam-se pelo valor resultante da revalo-rização líquida de perdas por imparidade acumuladas e não são sujeitos a amortizações. Esta revalorização será efectu-ada anualmente, ou sempre que as condições o justifquem.
Os ganhos provenientes da revalorização dos terrenos e edifícios são reconhecidos na conta Excedentes de Revalo-rização excepto até ao ponto em que se destinem a com-pensar perdas de imparidade anteriores caso em que serão reconhecidos em resultados na rubrica de Imparidade de Investimentos Não Depreciáveis (Aumentos/Reduções).
A amortização dos activos tangíveis é registada numa base sistemática ao longo do período de vida útil estimado do bem. As amortizações são calculadas com base no método das quotas constantes, de acordo, com a vida útil estimada dos bens, a partir da data em que os mesmos se encontram disponíveis para ser utilizados.
Anos de Vida Útil Equipamento Básico 4 Equipamento Transporte 4 Ferramentas e Utensílios 3-4 Equipamento Administrativo 4-8 Outras Imobilizações Corpóreas 4-8
Os bens adquiridos em regime de locação fnanceira são amortizados utilizando as mesmas taxas dos restantes ac-tivos fxos tangíveis, ou seja, tendo por base a respectiva vida útil.
O gasto com amortizações é reconhecido na demonstração de resultados na rubrica “Gastos/reversões de depreciação e amortização”.
Os custos com substituições e grandes reparações são capi-talizados sempre que aumentem a vida útil do imobilizado a que respeitem e são amortizadas no período remanescente da vida útil desse imobilizado ou no seu próprio período de vida útil, se inferior.
A avaliação de edifícios e outras construções é efectuada anualmente.
A empresa avalia, anualmente, se existe qualquer indicação de que um activo possa estar com imparidade. Se existir qualquer indicação, a empresa estima a quantia recuperável do activo (que é a mais alta entre o justo valor do activo ou de uma unidade geradora de caixa menos os custos de vender e o seu valor de uso) e reconhece nos resultados do exercício a imparidade sempre que a quantia recuperável for inferior ao valor contabilístico.
As reversões de imparidade são reconhecidas em resulta-dos (a não ser que o activo esteja escriturado pela quantia revalorizada, caso em que é tratado como acréscimo de re-valorização) e não devem exceder a quantia escriturada do bem que teria sido determinada caso nenhuma perda por imparidade tivesse sido reconhecida anteriormente.
except for land and buildings where it adopted the fair-value method.
All land and buildings were revalued based on the fair value of a valuation performed, with reference to December 31, 2011, by the frm CPU Consultores de Avaliação, Lda, qualifed and independent professional evaluators.
xx ▪The valuations were performed at market value, understood to be “presumed value of the transaction on the open market” (“Open Market Value”), and on discounted cash fow projections based on reliable estimates of future cash fows, supported by the terms of existing contracts, using discount rates that refect current market assessments as to uncertainty in the amount and timeliness of the cash fows.
land is carried at the revalued value net of accumulated impairment losses and is not written down. This revaluation will be performed annually or whenever conditions so warrant.
Gains stemming from the revaluation of land and buildings are recognised in the “Revaluation Surplus” account except to the extent they are intended to offset previous impairment losses, in which case they are recognised in the income statement under Impairment of Non-depreciable Investments (Increases/Reductions).
Depreciation of tangible assets its recorded on a systematic basis over their estimated useful lives. Depreciation is calculated on a straight line basis in accordance with the estimated useful life of the assets, as from the date on which they come to be available for use.
Years of useful life Plant & machinery 4 Transport equipment 4 Tools & utensils 3-4 Offce equipment 4-8 Other tangible fxed assets 4-8
Assets acquired under fnance lease are written down using the same rates as other tangible fxed assets, that is, based on their useful lives.
Depreciation charges are recognised in the income statement under “Costs/reversals of depreciation and amortisation”.
Costs of major repairs and replacements are capitalised when they increase the useful life of the asset to which they relate and are written down over the remaining period of useful life of that asset or over their useful life, if shorter.
The valuation of buildings and other constructions is carried out annually.
The company assesses annually whether there is any indication that an asset may be impaired. If there is any indication, the company estimates the recoverable amount of the asset (which is the higher of the fair value of the asset or of a cash-generating unit less the selling costs and its value in use) and recognises the impairment in proft or loss for the period where the recoverable amount is less than carrying amount.
Impairment reversals are recognized in proft or loss (unless the asset is carried at the revalued amount, in which case it is treated as a revaluation increase) and shall not exceed the carrying amount of good that would have been determined if no impairment loss had been previously recognised.
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