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4.2 Alteração da estrutura de apresentação de
contas
Na sequência da Assembleia Geral realizada em 1 de Junho de 2009, em que foi aprovada a passagem dos negócios não fnanceiros do Grupo para um Fundo de Private Equity, o ano de 2011 marca o início da implementação da nova metodo-logia de consolidação que refecte este posicionamento do Grupo como Holding de investimentos.
Conforme comunicado efectuado ao mercado no dia 18 de Maio de 2011, procedeu-se à assinatura de um acordo pa-rassocial com a empresa co-accionista da Horizon View S.A, que produziu efeitos desde 1 de Janeiro do mesmo ano. Neste acordo foi defnida a metodologia de gestão corrente das sociedades que integram este subgrupo na área dos Transportes & Logística em Portugal.
Este acordo parassocial vem na sequência do processo de transformação da Orey cujo objectivo, a nível das socieda-des participadas não fnanceiras, que se traduz na evolu-ção para um modelo de controlo conjunto, por oposição do controlo solitário que vinha a ser adoptado pelo Grupo até essa data.
De acordo com as normas de contabilidade internacionais em vigor (IFRS/IAS) utilizadas pelo Grupo desde 2005, esta alteração, à luz da IAS 27 – Demonstrações Financeiras Con-solidadas e Separadas, IAS 28 – Investimentos em Associa-das e IAS 31 – Empreendimentos Conjuntos, requer a utiliza-ção, para a valorização destes investimentos, dos princípios da IAS 31 ou, em alternativa, do método de equivalência patrimonial. Assim, a Orey optou pela utilização do méto-do de equivalência patrimonial nas contas consolidadas das contas destas sociedades. Assim, durante 2011, estas socie-dades foram apresentadas nas contas consolidadas já pelo referido método.
Uma vez que no primeiro semestre de 2012 se registará a passagem das sub-holdings não fnanceiras para o Fundo de
Private Equity já referido, os Activos e Passivos destas socie-dades nas contas de 2011 são apresentados neste relatório nas rubricas em separado “Activos Classifcados como Deti-dos para Venda” e “Passivos Directamente Associados aos Activos Classifcados como Detidos para Venda” e os Cus-tos e Proveitos em “Resultados de Unidades Operacionais em Descontinuação”. Também serão efectuados em 2012, acordos parassociais similares ao já efectuado na Horizon View em 2011. Estas alterações traduzir-se-ão na perca de controlo das empresas não fnanceiras geridas pelo fundo de Private Equity .
Esta classifcação refecte um processo de transformação das contas daquelas sociedades duma consolidação integral numa perspectiva de Grupo para um investimento fnancei-ro, com gestão própria. Em 2012, as Contas Consolidadas já irão refectir esta transformação.
Esta transformação não constitui um simples processo de re-estruturação do Grupo. A gestão do fundo de Private Equity vai ser efectuada por equipas de gestão próprias e especia-lizadas, não controladas pela Gestão do Grupo. As suas de-cisões são autónomas e estes investimentos são avaliados pela Administração do Grupo numa óptica de investimento fnanceiro e do seu retorno.
O objectivo da Administração do Grupo é, também, efectuar a dispersão da sua participação no fundo de Private Equity através de aumentos de capital sucessivos, com a entrada de novos investidores, que irá diluir a sua participação a um nível menos relevante do actual.
Para além das alterações apresentadas anteriormente, nas demonstrações fnanceiras emitidas em 31 de Dezembro de 2011, o Conselho de Administração decidiu, ainda, classifcar
4.2 Alteration of the structure of the
presentation of accounts
Following the General Meeting held on June 1, 2009, at which the transfer of the non-fnancial businesses of the Group to a Private Equity Fund was approved, 2011 marks the beginning of the implementation of the new consolidation method that refects this positioning of the Group as and investment holding company.
According to a statement made to the market on May 18, 2011, an equityholders’ agreement was signed with the company co-equityholder of Horizon View SA, which took effect from 1 January of that year. In this agreement the methodology was defned of the day-to-day management of the companies belonging to this subgroup in the Transport & Logistics area in Portugal.
This equityholders’ agreement follows the transformation of Orey, in respect of the non-fnancial subsidiaries, aimed at moving towards a model of joint control, as opposed to the several control that had been adopted by the Group till then.
According to international accounting standards in force (IFRS / IAS) used by the Group since 2005, this change, in the light of IAS 27 - Consolidated and Separate Financial Statements, IAS 28 - Investments in Associates and IAS 31 - Interest in Joint ventures, requires use of the principles of IAS 31 or, alternatively, the equity method for the valuation of these investments. Thus, Orey opted to use the equity method in the consolidated accounts of these companies. So, during 2011, these companies were presented in the consolidated accounts using the said method.
Since in the frst half of 2012 the non-fnancial sub-holding companies will be transferred to the Private Equity Fund cited above, the assets and liabilities of these companies accounts in the 2011 accounts are presented in this report under separate headings “Assets Classifed as Held for Sale “and “Liabilities Directly Associated with Assets Classifed as Held for Sale”and the Costs and Income under “ Results of Discontinued Operations”. Equityholders’ agreements similar to those entered into at Horizon View in 2011 will also be entered into in 2012. These changes will be refected in loss of control of non-fnancial companies managed by the Private Equity Fund.
This classifcation refects a process of transformation of the accounts of those companies from full consolidation in a Group standpoint to a fnancial investment, with its own management. In 2012, the Consolidated Accounts will already refect this transformation.
This transformation is not just a restructuring of the Group. The management of the Private Equity fund will be carried out by its own specialised management teams, not controlled by the Group’s Management. Their decisions are autonomous and these investments are evaluated by the Group’s Board from a standpoint of fnancial investment and its return.
The objective of the Group’s Board is also to disperse its holding in the Private Equity fund through successive capital increases, with new investors, which will dilute its holding to a level less relevant than today’s.
In addition to the alterations previously presented in the fnancial statements issued on December 31, 2011, the Board of Directors also decided to classify as assets held for sale, the assets attached to the OP Incrível SGPS SA and to the Orey FIP I Fund.
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