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RELATÓRIO E CONTAS | ANNUAL REPORT 2012

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3.6 Economia Japonesa

Após uma contracção da economia em 2011 de 0,60%, o ano de 2012 marcou o regresso da economia Japonesa a taxas de crescimento positivo, nos (Estimado) 1.98%.

Não obstante, o abrandamento da procura mundial, a forte desvalorização de máximos históricos do IENE face ao USD, em redor dos 12,79%, contribuiu para impulsionar as expor-tações Japonesas.

A eleição do Partido Democrata Liberal resultou na defnição de uma nova política de combate à defação com foco na política monetária, principal catalisador da desvalorização do IENE.

Desta forma, será de esperar para 2013 um enfraquecimento do IENE face ao USD, assim como o aumento do target da taxa de infação para os 2%. Desta forma é estimado que a economia japonesa cresça 0,90% em 2013.

3.7 Economia Angolana

Após apresentar uma taxa de crescimento superior a 3% em 2011, a economia Angolana deverá apresentar um crescimen-to estimado do PIB de 6,8% em 2012 sendo os sectores da construção, transportes e energia os principais impulsiona-dores do crescimento na vertente não petrolífera.

Por outro lado, mantendo uma produção petrolífera acima dos 1.7mbd continuou a benefciar do elevado preço do cru-de no valor global das exportações.

Para o ano de 2013, estima-se que a economia Angolana cresça 5,8% mantendo uma taxa de crescimento acima da média mundial.

3.8 Economia Brasileira

Na economia Brasileira assistiu-se a um abrandamento na taxa de crescimento do PIB, passando de um crescimento de 2,76% em 2011 para (Estimado) 1% em 2012, situando-se a infação nos (Estimado) 5,41% face aos 6,63% em 2011.

Este clima foi dinamizador da adopção de uma política ex-pansionista por parte do Banco do Brasil, através da descida da taxa de referência – Selic – de 11% para 7,25%.

Não obstante o bloco continuar a assistir a um considerá-vel infow de capital estrangeiro, um maior controle cambial por parte das autoridades Brasileiras contribuíram para uma depreciação do Real face ao Dólar Americano, passando o USD/BRL dos 1,87 para os 2,05, o que representa uma des-valorização de 9,90% no ano.

Para 2013, será de esperar que o Brasil apresente uma taxa de crescimento positiva, estimada em 3,50%.

3.9 Economia Chinesa

Apesar da desaceleração do crescimento na China, de 9,30% em 2011 para (Estimado) 7,80% em 2012, este bloco foi dos principais contribuidores para o crescimento do PIB mundial no ano.

Durante 2012 as autoridades chinesas viraram-se para um novo paradigma, menos focado na construção de infra-es-truturas e no mercado imobiliário e mais focado num cresci-mento orgânico suportado no aumento do consumo interno.

Num cenário de contas públicas controladas e níveis de in-fação controlados, as medidas de estímulo económico aju-daram a suportar o crescimento económico e a evitar o Hard Landing no país.

Para 2013, estima-se que a taxa de crescimento volte a au-mentar, situando-se nos 8,10%.

3.6 Japanese Economy

Following a 0.6% downturn of the economy in 2011, 2012 marked the return of the Japanese economy to positive growth rates, estimated at 1.98%.

Despite the slowdown of global demand, the sharp devaluation of the Yen against the US dollar by an all-time high of around 12.79% helped boost Japanese exports.

The election of the Liberal Democratic Party led to the defnition of a new policy to combat defation, with a focus on monetary policy, the main catalyst for the devaluation of the Yen.

It can therefore be expected that in 2013 the Yen will weaken against the dollar, and that the target infation rate will increase to 2%. The Japanese economy can therefore be expected to grow by 0.90% in 2013.

3.7 Angolan Economy

Following a growth rate above 3% in 2011, the Angolan GDP is set the grow by an estimated 6.8% in 2012, with the construction, transport and energy the main drivers of growth in the non-oil sector.

On the other hand, maintaining oil production at more than 1.7 mbd, it continued to beneft from the high price of crude oil in the total value of exports.

For 2013, the Angolan economy is expected to grow by 5.8%, maintaining a growth rate higher than the world average.

3.8 Brazilian Economy

The Brazilian economy witnessed a slowdown of the GDP growth rate from 2.76% in 2011 to an estimated 1% in 2012, with infation standing at an estimated 5.41% compared to 6.63% in 2011.

This climate led to the adoption of an expansionary policy by the Bank of Brazil, which cut the Selic reference rate - Selic from 11% to 7.25%.

Although the bloc continued to see a considerable infow of foreign capital, greater currency control by the Brazilian authorities contributed to a depreciation of the Real against the US Dollar, with the USD/BRL rate falling from 1.87 to 2.05, a decline of 9.90% over the year.

For 2013, Brazil can be expected to return growth estimated at 3.50%.

3.9 Chinese Economy

Despite the slowdown of growth in China, from 9.30% in 2011 to an estimated 7.80% in 2012, this country was among main contributor to world GDP growth during the year.

During 2012, the Chinese authorities turned to a new paradigm, less focused on building infrastructure and the real-estate market and more focused on organic growth underpinned by the increase of domestic consumption.

Against a backdrop of controlled public accounts and infation, the economic stimulus measures helped to support economic growth and avoid a hard landing in the country.

For 2013, the growth rate is expected to increase again, to stand at 8.10%.

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